Dizimo - Gratidão filial a Deus

Dízimo e ofertas

Gratidão filial a Deus e partilha fraterna de Pai para filhos

Deus nos ama com amor de Pai. Deu-nos a vida e nos dá tudo o que é necessário para desenvolvê-la. A Abraão, pai dos crentes, prometeu uma terra, uma descendência e a bênção. Por meio de Moisés, Ele libertou os descendentes de Abraão da escravidão e lhes deu o segredo para viver na liberdade: os dez mandamentos. Mas foi em Jesus Cristo, seu Filho feito um de nós, que nos deu o sinal maior de seu amor. Da morte e ressurreição de Cristo, pela ação do Espírito Santo, fez surgir a Igreja, comunidade de fé, culto e amor. Pelo Batismo, passamos a fazer parte da Igreja, nossa segunda família.

De filhos para Pai

Normalmente, os filhos contam aos pais suas alegrias, suas dificuldades e partilham com eles aquilo que realizam. Sentem necessidade de manifestar-lhes carinho, oferecer-lhes sinais de reconhecimento filial. É desumano filhos rejeitarem os pais, como pais abandonarem os filhos. Quando acontece, deve-se ter sempre misericórdia. O coração de uns e de outros faz dizer: “pai/mãe é sempre pai/mãe” ou “filho/filha é sempre filho/filha”.

A Deus, que é Pai infinitamente amoroso, só nos resta corresponder como filhos agradecidos, fiéis e obedientes.

Na Bíblia, desde Abraão, encontramos uma longa história de filhos obedientes a Deus, mas também, muitas vezes, ingratos e infiéis. Se ela conta as maldades dos filhos com Deus, é para que saibamos evitá-las e seguir unicamente os ensinamentos de Deus e amá-lo como filhos queridos.

Descobrir a vontade de Deus, obedecer aos mandamentos, seguir Jesus Cristo continuando sua obra, na Igreja, nossa segunda família, é a maior e melhor maneira de sermos filhos agradecidos dele. Jesus disse: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Nisso todos conhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13, 34-35).

Através da visita, da conversa amiga, do telefonema, da carta, do presente, da ajuda material nas necessidades, manifestamos nosso carinho pelos pais, reconhecendo que a eles devemos tudo o que somos e temos. Como expressamos nosso amor filial a Deus? Por meio do respeito à natureza por ele criada, da boa convivência com todos, do trabalho que aperfeiçoa a criação, da oração, pela colocação de nossos dons e nossos recursos a serviço da obra dele.

Neste contexto, podemos falar e entender melhor as ofertas e o dízimo.

Ofertas e dízimo, gratidão filial a Deus e partilha fraterna

A Bíblia diz que Deus ama a quem dá com alegria (2 Cor 9,7). Deus não olha tanto o tamanho da oferta, mas o tamanho da generosidade. Quanto mais a pessoa é generosa e abre seu coração para partilhar, tanto mais agrada a Deus e se abre a Ele para receber as suas bênçãos.

Na Bíblia, Abraão, o pai dos crentes, foi o primeiro que abriu seu coração generoso e deu o dízimo dos seus bens ao rei de Salém e sacerdote de Deus, Melquisedeque, em agradecimento pela assistência divina que recebera (Gn 14,18-20). O patriarca Jacó, obedecendo a Deus, lhe ergueu um altar em Betel, em agradecimento porque Ele o escutou na sua aflição e o acompanhou na sua viagem (Gn 35, 1-8). Na legislação a partir dos Dez Mandamentos, o dízimo foi incluído como uma das obrigações de todos os membros do povo da Aliança.

O oferecimento das primícias - os primeiros e melhores frutos do trabalho agrícola e pastoril - e a doação do dízimo - dez por cento das colheitas e dos rebanhos, como gesto de gratidão e de louvor a Deus, aparece muitas vezes na Bíblia. O serviço do culto no Templo, que devia incluir o atendimento dos pobres, era sustentado pelo dízimo e pela oferta das primícias. O dízimo tinha bem clara esta dupla finalidade: o culto no Templo e a partilha com os pobres. “Quando tiveres acabado de separar o dízimo de todos os teus produtos e o tiveres distribuído ao levita (nota: um dos servidores do Templo), ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que tenham em tua cidade de que comer com fartura, dirás em presença do Senhor, teu Deus: tirei de minha casa o que era consagrado para dar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva” (Dt 26, 12-13). A oferta ao pobre é prescrita, por exemplo, em Dt 24, 19-21: “Quando fizeres a colheita no teu campo e deixares por esquecimento algum feixe, não voltarás para levá-lo. Deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva, a fim de que o Senhor, Teu Deus abençoe todas as empresas de tuas mãos. Quando sacudires tuas oliveiras, não voltarás a colher o resto que ficou nos galhos: isto será para o estrangeiro, o órfão e a viúva. Quando tiveres vindimado a vinha, não voltarás a colher os cachos que ficaram: deixá-los-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva”.

Dízimo e ofertas segundo Cristo

Jesus não aboliu o dízimo e as ofertas, mas ensinou o verdadeiro espírito e a maneira certa de praticá-los. Ele ensinou a fazer as ofertas de coração limpo e a dar o dízimo de boa vontade. O que é que ele disse?

Em relação às ofertas: “se estiveres diante do altar para fazer a tua oferta e te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá tua oferta e vai primeiro reconciliar-te com ele. Só então, vem fazer a tua oferta” (Mt 5, 23). Para Jesus, então, fazer ofertas faz parte da vida de todos. Mas para que as ofertas, as doações agradem a Deus, devemos viver de bem com todos, cumprir direito nossos compromissos de família e de sociedade.

Em relação ao dízimo e a outras obrigações, os doutores da Lei e os fariseus eram muito finórios. Davam o dízimo até da hortelã, do endro e de outras ervas. Mas eles faziam isto apenas para estarem em dia com as leis, não por amor a Deus, e deixavam de cumprir a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Então Jesus diz claramente: é necessário praticar estas coisas, como o dízimo, sem deixar de praticar as outras coisas (Mt 23, 23-24; Lc 11, 42).

Portanto, Cristo confirma a prática do dízimo. Mas ele ensina a dá-lo de boa vontade, com generosidade, não para evitar que alguém nos acuse de alguma falta. Seria como o motorista que usa o cinto de segurança ou segue qualquer outra lei de trânsito apenas para não ser multado e levar pontos na carteira, quando deveria segui-las para proteger sua vida e a dos outros.

Dízimo e ofertas na Igreja

A comunidade dos seguidores de Jesus que se organizou depois de sua morte e ressurreição, com a força do Espírito Santo em Pentecostes, viveu uma experiência ideal de comunhão filial com Deus e fraterna entre eles. Aquilo que se diz deles no Livro dos Atos dos Apóstolos, sobre a vida e as atividades da Igreja de Jesus, serve de modelo para nós. O que o Livro diz?

- Viviam unidos e tinham tudo em comum. ... Dividiam seus bens conforme as necessidades de cada um. Não havia necessitados entre eles. Unidos de coração, freqüentavam todos os dias o Templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo (At 2, 42-47; At 4, 32-35).

Claro, esta situação mudou muito. A comunidade de Jerusalém foi perseguida. Passou necessidade e por isso São Paulo exortava outras comunidades a fazerem uma coleta de doações para socorrer a de Jerusalém (II Cor 8, 1-15).

Mais tarde, quando esfriou o fervor nas comunidades, a Igreja precisou adotar um sistema de taxas para garantir os recursos para suas atividades. Assim, havia, e em alguns lugares ainda há, taxa para o batismo, a crisma, o casamento... Foram introduzidas mensalidades e/ou anuidades. As festas comunitárias que deviam ser momentos de confraternização passaram a ser promoções quase só em vista de arrumar dinheiro para as despesas paroquiais. Como estas despesas aumentam sempre mais e surgiram tantas outras formas de diversão, recorre-se a bailes, matinés e outras promoções que tenham retorno. Muitas vezes estas iniciativas acabam criando situações que prejudicam o próprio trabalho da Igreja. Ela trabalha pela união da família, pela harmonia de todos, mas o consumo de álcool nas festas favorece à dependência da bebida, leva a brigas e a outros problemas.

Por isso, desde 1973, a partir do Concílio Vaticano II, realizado de 1962 a 1965, a Igreja no Brasil vem trabalhando para reintroduzir o verdadeiro sentido do dízimo e das ofertas. Por meio deles, a Igreja pode ter os recursos para sua missão. Então, por exemplo, as festas poderão ser feitas sem bebidas alcoólicas.

Natureza do dízimo e das ofertas

1°) A oferta

A palavra oferta vem de ofertar e significa oferecer, doar, colocar à disposição. Em cada momento da vida podemos e devemos oferecer a todos um sorriso, um olhar compassivo, um gesto acolhedor, uma saudação amiga, um sinal de atenção. Jesus diz que até o simples copo d’água oferecido a alguém por ser seu discípulo terá sua recompensa.

Temos inúmeras oportunidades de realizar ofertas. Quando um pobre bate à nossa porta ou quando o encontramos na rua, podemos fazer-lhe a oferta de comida, roupa ou dinheiro. Podemos fazer nossa oferta em alimentos ou roupas no dia em que a comunidade recolhe donativos para os pobres. Em nossa Diocese, há também a coleta de doações em favor do Seminário, especialmente por ocasião da Romaria de Fátima.

Podemos fazer nossa oferta em dinheiro à comunidade em cada celebração litúrgica no momento do ofertório, na coleta. Aquele valor em dinheiro, ofertado com generosidade, é expressão viva de doação para o bem da comunidade. Em outros tempos, os fiéis levavam alimentos, utensílios e outros bens, para o sustento dos ministros e dos pobres. Quanto bem a comunidade poderia fazer se essas ofertas fossem mais generosas!

2°) O Dízimo

A palavra dízimo significa a décima parte de um todo. Na Bíblia expressa a doação de dez por cento do que a família produzia para o sustento do Templo, que incluía o atendimento aos pobres. Ou seja, a doação para a obra de Deus. Atualmente, na Igreja, significa a doação de um a dez por cento do que uma pessoa ou uma família recebe para sua comunidade. É uma doação mensal, sistemática e organizada para a Igreja cumprir sua missão.

Observe-se bem: o dízimo é de toda a família. Ela soma a receita (salários de cada membro - pai, mãe, filhos, rendimentos ou produto colhido e comercializado) e oferece de um a dez por cento de tudo à Igreja. Os que não são casados e vivem fora de sua família devem dar o dízimo da mesma forma que as famílias.

(Aqui também cabe observar: a situação é sempre difícil para a maioria das famílias. Mas assim mesmo, é muito grande a diferença entre o que paroquianos oferecem no dízimo e o que gastam, por exemplo, em diversões, bebida, cigarro ou coisas semelhantes ou na festa de batizado e, principalmente, de casamento! O gasto em fotografias, filmagem, ornamentação de alguns casamentos, batizados ou aniversários é bem maior do que o dízimo de muitos anos).

Em sua carta sobre o dízimo, em 1983, Dom João Hoffmann dizia (ver caderno publicado pela Diocese): Assim como não se pode ser cristão sem oração, sem o cultivo da Palavra de Deus, a amizade sincera, o perdão, o serviço fraterno, a prática da justiça, também não se pode ser cristão sem o dízimo. Ele não é uma taxa e nem uma esmola. É uma doação. Uma retribuição a Deus e à comunidade por tudo o que recebemos. Ele deve ser:

Voluntário: porque o amor não tem lei; só a do bem do outro;

Generoso: porque a gratidão não tem pagamento;

Consciente: porque brota da consciência que cada um tem de sua pertença à comunidade na qual deve participar; porque Deus lê no coração e conhece todas as intenções de cada um.

O dízimo bem assumido é sinal e termômetro do amor e da gratidão a Deus, do compromisso com a comunidade que a pessoa tem. Temperatura alta (febre) é sinal de que o organismo da pessoa está doente. Mesquinhez no dízimo, a falta dele ou seu atraso por relaxamento revelam um cristão doente na comunidade.

Na mesma carta, Dom João dizia ainda: Por ser um por cento da receita familiar, o dízimo estabelece uma contribuição diferenciada. Cada família dará à sua comunidade de acordo com o que recebe mensalmente. E como ninguém pode ser participante ativo sem dar sua parte, o dízimo se torna obrigatório. Não uma imposição, mas uma obrigação que nasce da consciência da pertença comunitária. O dízimo faz parte das obrigações mensais de cada família. Assim como ela contribui com a previdência social, com o sindicato, paga luz e água... tem em seu orçamento a contribuição mensal com a comunidade religiosa.

Na verdade, o dízimo é a parte de Deus. Não se dá o dízimo para garantir novas bênçãos divinas e nem para garantir “serviços religiosos”. Em relação a Deus, não vale o famoso dito interesseiro “dou para que me dês”. Com Deus é o inverso: dou porque me deste! O dízimo não é taxa em vista de benefícios e sim doação para que a Igreja leve adiante a obra de Cristo: anuncie o Evangelho, celebre a fé e testemunhe a caridade pelo serviço organizado em favor dos pobres. Claro que, por ajudar a Igreja, o dizimista recebe dela os “serviços religiosos” sem perguntar quanto custa.

Dízimo é:

- verdadeiro ato de fé e fonte de bênçãos;

- experiência de amor, generosidade e gratidão;

- meio de organização, evangelização, promoção humana;

Dízimo não é taxa, imposto, esmola ou sobra!

Finalidade do dízimo e das ofertas

Em que a Igreja aplica o que recebe do dízimo e das ofertas?

Para melhor compreensão do destino do dízimo e das ofertas, é necessário lembrar que a Igreja é comunidade de fé, culto e caridade.

Segundo o ensinamento de São Paulo, a fé vem da pregação. Para ajudar as pessoas a dar a resposta da fé e para manter viva esta resposta nas pessoas que entraram na comunidade, a Igreja precisa anunciar o Evangelho. O anúncio do Evangelho às pessoas que não despertaram para a fé em Cristo é a ação missionária. A animação da fé das pessoas que já deram seu sim a Cristo e integram a comunidade é a ação pastoral. Para realizar sua ação missionária e pastoral, a Igreja precisa de recursos. Recursos para formar evangelizadores e para material de evangelização. Esta é a primeira e mais importante finalidade do dízimo. É sua dimensão missionária.

Como comunidade de culto, a Igreja celebra o louvor de Deus. Precisa de lugar para a comunidade celebrar e de diversos meios para realizar a celebração. É a dimensão religiosa do dízimo.

Como comunidade de caridade, a Igreja deve realizar a promoção humana. A promoção humana vai além do dar coisas, procura conhecer as causas da pobreza e desenvolver ações para eliminá-las. É a dimensão social do dízimo.

Para evangelizar, para celebrar o culto agradável a Deus, para promover a caridade, a Igreja precisa de infra-estrutura mínima: templo, casa paroquial, com residência dos padres e secretaria, funcionários, salão com salas para catequese e reuniões diversas, formação de pessoas, condução, aparelhos de som, aparelhos de informática, livros, folhetos... Toda família sabe quanto custa manter sua casa e garantir seu sustento. Pode compreender bem quanto custa manter os bens da comunidade e sustentar suas atividades.

O dízimo voluntário, generoso e consciente é a colaboração mais justa de cada família com a Igreja para ela continuar sua missão.

Pressupostos para o dízimo e as ofertas

O dízimo e as ofertas têm o mesmo ponto de partida: o coração agradecido e generoso, que reconhece que tudo recebe de Deus e dos outros; que tudo deve colocar a serviço da obra de Deus, certo de que ninguém é tão pobre que não tenha algo a dar nem tão rico que não precise de nada, ou, como diz o canto: não se deve dizer nada posso ofertar, pois as mãos mais pobres são as que mais se abrem para tudo dar.

O dízimo e as ofertas dependem também da fé. Para dar dinheiro, basta tê-lo. Para praticar o dízimo, é necessário fé. É necessária a disposição do coração de viver uma experiência de Deus. É necessária a decisão firme de vencer a tentação da ganância, da acumulação e entrar no processo da partilha, da solidariedade. Sem a visão comunitária da fé e sem assumir a Igreja como família da gente, é impossível viver a prática do dízimo. Ele não se resume a dinheiro. Ele supõe adesão sincera a Cristo, participação ativa na Igreja, ardor missionário, solicitude fraterna com os pobres.

Para as ofertas e o dízimo, a Palavra de Deus é clara:

- há mais alegria em dar do que em receber (At 20,35);

- a generosidade de Deus é insuperável, pois ele faz nascer o sol sobre maus e bons (Mt 5,45). Devemos retribuir;

- não adianta acumular bens. Devemos fazer tesouros no céu onde ninguém roubará e as traças não destruirão (Lc 12,33);

- devemos dar sem esperar retorno: “quando deres uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem os parentes, nem os vizinhos ricos. Porque, por sua vez, eles te convidarão e assim te retribuirão.... (Lc 14,12-14);

- para Deus, conta a doação feita de boa vontade. Foi o que Jesus disse da oferta da viúva que deu as únicas duas moedas que tinha, porque deu da sua indigência tudo o que tinha para seu sustento, enquanto os outros deram do que tinham em abundância (Mc 12,41-44).

A organização do dízimo

Dentro de princípios e linhas comuns, cada Paróquia organiza sua evangelização, seu culto e sua ação social. Também organiza o dízimo. Este deve ter uma equipe responsável para motivar continuamente os membros da comunidade a realizá-lo com alegria e fidelidade. Deve ter um fichário de controle dos dizimistas; ter bem definida a forma de receber o dízimo; prestar contas periodicamente.

Assim como para encaminhar o batizado, o casamento ou outro assunto o jeito é dirigir-se à secretaria da Paróquia ou ao pessoal da catequese, da liturgia, do conselho da comunidade, para tratar do dízimo é a mesma coisa.

Oração do dizimista - 1

Recebe, Senhor, a minha oferta. Não é esmola, porque não és mendigo. Não é uma contribuição, pois não precisas. Também não é resto, ou sobra, o que vos ofereço; esta importância representa, Senhor, meu reconhecimento e meu amor. Eu sei bem que tudo o que eu tenho é dádiva tua. Recebe um pouco do muito que já me deste. Obrigado, Senhor. Amém!

Oração do dizimista - 2

Senhor, faze de mim um dizimista consciente e feliz. Que meu dízimo seja agradecimento, seja um ato de amor e reconhecimento pela tua bondade. O que tenho de bom de ti recebi: vida, fé, saúde, amor, família, bens ... Ajuda-me a partilhar com justiça e fidelidade. Tira o egoísmo do meu coração. Que eu te ame cada vez mais; que ame e ajude cada vez mais aos irmãos. Que meu dízimo seja fonte de bênçãos para mim, minha família e minha comunidade. Amém !

FONTE: Encarte CNBB - Nº 830 - 13/07/2006


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